25/03/2012

"Criminal"

 

Capitulo 4 
 
POV's Mel.

Depois de despistar os policiais, fomos para o nosso esconderijo, e o Chay foi logo me arrastando para o quarto. 

─ Que foi? - Perguntei me sentando na cama, e olhando para ele enquanto sorria.
─ Isso ta ficando cada vez mais arriscado. - Ele disse, com a expreção triste, sentando ao meu lado. - Sera que a nossa outra vida era tão ruim assim?
─ Você nunca reclamou. - Encarei ele. - Por que ta reclamando agora?
─ Porque agora tem muito mais policia atras da gente, Mel. - Ele me olhou. - E a culpa é da Lua.
─ La vem você de novo com essa historia. - Falei revirando os olhos. - A Lua não tem culpa de odiar a vida dela, e querer vir com agente.
─ Não?
─ Não. - Sorri. - E você sabe disso.
─ Sei?
─ Sabe! - Deu uma risada. - Sabe muito bem.
─ Será?
─ Para com isso Chay. - Disse ja irritada.
─ Com o que minha filha? - Perguntou
─ Com nada. - Comecei a rir.
─ Calma, respira. - Ele me olhou - Ta rindo do que?
─ De nada, so deu vontade. - Sorri para ele.
─ Você é estranha  - Ele sorrio de volta, e depois me beijou. - Mas eu te amo.
─ Eu tambem te amo. - Eu beijei ele de novo.   

Dias depois....
 
Estavamos arrumando rudo nas presas, a policia tinha encontrado o nosso esconderijo, o que era muito ruin, então fomos para uma casa velha que fica em uma das ruelas de Paris. Chamos la, arrumamos tudo e escondemos as motos, e agradecemos ao nossos outros amigos por ter nos ajudado, a casa, que ficava no fundos de lugar nenhum era bem maior, mas tinha somente 3 quartos, mas nem ligamos, pois sempre era assim.

Depois de arrumamos tudo, me sentei e fiquei vendo Tv.
─ Luaaaaa - Gritei, e ela apareceu - É o seu pai?
─ É sim - Ela me olhou - Aumenta ai.
─ Eu amo muito a Lua, ela é a minha unica filha, eu quero que ela seja feliz, e quero que a policia enconte ela o mais rapido possivel. - Lua pegou o conntrole da minha mãe e desligou.  
─ Desligou porque? - Perguntei.
─ " Eu amo muito a Lua, Eu quero que ela seja feliz" - Disse imitando a voz - Odeio ele. Ele me odeia. Nos se odiamos.
─ Ele é seu pai! - Disse.
─ Nem é. - Ela disse sorrindo - Ele é um corno. Isso sim - Ela começou a rir
─ Então, sua mãe era casada com ele, e depois traio ele, fico gravida de você e ele acha ate hoje que você é filha dele. - Fiz cara de pensativa depois começei a rir.
─ Isso mesmo. - Paramos de rir, e ficamos conversando sobre muitas coisas.
 
─A vida nem sempre é boa Luh. - Disse, me lembrando das coisas que eu tive que passar.
─ Como era o seu passado? - ela perguntou.
─ Somente com o tempo você sabera. - Falei, com desanimo, eu simplemente odiava esse assunto.
─ Por que todos você não me falam? - Ela disse se levantando irritada - Sempre que eu pergunto sempre é a mesma responta. Por que? - Eu a olhei, simplesmente nenhum de nos gostavamos de tocar no assunto.
─ Nos passamos por coisas horriveis e não queremos lembrar. - Disse ja triste.
─ Me conta, por favor. - Eu a olhei, nos seus olhos eu vi comfiança.

─ Ta bom. - Disse. - Bom, eu vim de uma familia humilde, meu pai tinha um restourante, e minha mãe ea a chafe de cozinha, so que os negocios não iam bem, e acabamos perdendo a casa, nesse tempo, eu tinha 14 anos e conhecia o Chay. Meu pai acabou de drogando, e foi preso porque matou uma mulher na minha frente, e minha mãe morreu.Queriam me levar para um reformatorio, então eu fugi, fiquei vivendo com os pais do Chay e ele, so que acabaram me encontrando. - Respirei fundo. - E então, depois de alguns dias no reformatoria, um rapaz que trabalhava la, me adotou, so que ele não era uma pessoa muito boa. Ele matava, roubava, e se aproveitava das pessoas, e principalmente de mim, quando eu fiz 15 anos, ele me forçou à transar com o mesmo, depois de meses de sofrimento eu fugi, me envolvi com drogas, quando dei por mim, eu estava em uma calçada sangrando e muito machucada, Chay me encontrou e me leou no hospital, mas la estava o rapaz que tanto me fez mal, depois de 1 semana internada lá, eu fui forçada a voltar a viver com ele. - Lagrimas brotaram de meu olhos. - Não podia ver ninguem, não podia sair, não podia nada, nunca tive uma chanse de fugir, ae que quando eu fiz 18 anos, achei a arma dele e o matei. Peguei uma mochhila coloquei alguma roupas, outras armas que ele tinha e fui embora, depois de 3 meses roubando para poder sobreviver, eu conheci o Arthur, o Micael e a Sophia e reencontrei Chay. Cada momento, cada dia, cada munito, com  aquele rapaz foi o pior da minha vida. Ele batia em mim, fazia tudo, e eu não sabia como me proteger. - Repirei fundo novamente. - não agredito que me convenceu a te contar Lua.

─ Vem cá - Ela me abraçou e eu começei a chorar, aquilo era tão ruim, eu queria esquecer, eu queria que nunca tivece acontecia, que so foi um pesadelo, mas não era, deixou muitas marcas em mim, e na minha vida, não tinha como esquecer.

Continua....

2 comentários: