30/05/2012

"My first love"


Capitulo 13 e 14


Ao me abraçar tive toda aquela sensação novamente. Borboletas subiam e desciam na minha barriga, sentia minhas mãos transpirarem mais que o normal, minhas pernas tremiam quando ele sussurrou no meu ouvido.
- Calma, eu não mordo! E seu irmão também está muito ocupado agora pra prestar atenção em nós dois – sentia que ele estava sorrindo.
Ao procurar meu irmão vi que ele já estava sentado beijando loucamente a Gabi.
Espera ai... Se ele me pediu calma foi porque ele percebeu meu nervosismo, ai que vergonha. Fiquei mais nervosa ainda. Não sabia se rezava pra musica durar pra eternidade pra eu aproveitar mais toda aquela proximidade, ou se pra acabar de uma vez e eu poder me enfiar no primeiro buraco que aparecer em minha frente.
- Desculpa pelo selinho aquele dia – ele sussurrou novamente.
Droga! Ele queria me deixar doida, por que ele não falava de outra coisa e em um tom de voz normal.
- Não foi nada, esquece – tentei transparecer segurança e que não me importava, quando na verdade estava doida pra sentir aqueles lábios lindos denovo.
- Já que não foi nada pra você espero que me acompanhe até a porta hoje novamente, quero dar o seu presente – falou se separando, sem me dar o direito de resposta.

Estava ferrada, o que eu iria fazer? Minha vontade foi de ir correndo para o meu quarto naquele momento e só sair de lá depois de ter completado uns 20 anos. Acho que com essa idade o meu irmãozinho já vai está mais calmo. Era uma sensação estranha de curiosidade pra descobrir o que ele realmente queria e pânico ao lembrar que o meu irmão estava ali tão próximo. Não tinha como negar acompanhá-lo até a porta, o que a Mel e a Soph iriam pensar se eu as abandonasse sozinhas na festa sem motivo? Estava mesmo encrencada.
Foi daí que surgiu a brilhante Sophia a minha salvadora!
* * * 
Capitulo 14

- Amigaaaaa, eu vou dormir aqui com você – falava Sophia saltitante – já soube que amanhã vai ter churrasco na piscina e minha mãe disse que se eu quiser vir é melhor ficar logo aqui, porque ela vai sair muito cedo pra ir visitar meus avós no sitio e... – interrompi se não ela não pararia hoje.
- Mel, você poderia dormir aqui também né? – questionei vendo nisso minha salvação, se ela ficasse também poderia entrar logo e não teria que ficar até o presente do Arthur.
- A meninas tenho que ligar pra minha mãe e com certeza ela vai encrencar, ainda mais que o Thur também ta aqui e tem que ir pra casa, não teria motivo pra eu ficar.
- É só falar pra ele ficar também, afinal amanhã eles vão acabar voltando – Sophia deu idéia pro meu desespero e o Chay ainda escutou.
A mesma alegria que a Soph conseguiu fazer brotar no meu rosto ela conseguiu arrancar sem nem saber. Mas pelo menos não teria que leva-lo na porta e correr o risco de ficar sozinha com ele.
Mel conversou com o Arthur o qual foi incentivado pelo Chay que também iria ficar e ao ligarem pra casa, a mãe deles deixaram ficar. Só quem iria embora mesmo era a Gabi que já estava se despedindo e o Mica que morava apenas duas casas depois da minha.
Subi com as meninas para ajeitar os nossos quartos. Como o meu quarto é menor que o do meu irmão, e um dos quartos de hospedes estava sendo ocupado por uma tia minha que mora fora da cidade, resolvemos que no quarto de hospedes que sobrou ficaria as meninas, e os garotos dormiriam em colchões no quarto do Pedro mesmo.
Após arrumar tudo fui pegar pijamas para as meninas e coloquei logo a minha camisolinha de estrelinhas bem comportada de alças finas e curta, fui até o quarto das meninas. Começamos a conversar colocando as resenhas da festa em dia. Ouvimos o som ser desligado e com isso imaginamos que a festa realmente tinha acabado, quando a gente subiu ainda tinha alguns tios conversando com os meus pais, e agora sim todos iriam dormir.
Não demorou até que minha mãe passasse pelo quarto nos desejando boa noite e que não demorássemos muito conversando ou então não aproveitaríamos o sol do domingo na piscina. Apesar de concordar ficamos conversando e perdemos noção da hora, e quando a gente se deu conta já era quase 3 da manhã, corri me despedindo das meninas e saindo do quarto.

Como ritual de toda noite, antes de dormir teria que descer até a cozinha pra beber água. Desci as escadas com cuidado pra não acordar ninguém. Ao chegar na cozinha me surpreendo com uma linda cena: Arthur Aguiar, com os cabelos desarrumados, sem camisa bebendo água... Ele se assustou quando me viu e quase morre afogado no copo. Não conseguiu disfarçar e colou os olhos nas minhas coxas, ai quem ficou sem graça fui eu.
- Pensei que não ia mais sair daquele quarto – disse com um sorriso malicioso.
- Como você sabe onde eu estava? – perguntei meio confusa.
- Sua mãe falou quando foi ver se a gente já estava dormindo e quando sair p vir na cozinha vi pela fresta embaixo da porta que a luz ainda estava acesa – falou se explicando e começou a se aproximar – foi bom você sair agora porque vou poder entregar seu presente.
Ele falou já passando a mão pela lateral do meu rosto, colocando uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.
Ao sentir a mão dele tocando minha pele quase morro! Minha respiração mudou, as borboletas da minha barriga insistiam em voar loucamente, abaixei minha cabeça, pois não conseguia encara-lo.
            - Ei, olha pra mim – disse ele com uma ternura na voz indescritível – Quero ver seus olhos, adoro o brilho deles – falou já levantando o meu rosto pelo queixo.
            Pronto! Faltava essa pra eu parar de respirar de uma vez.
* * *

Continua...
Escrita por : Nana F

6 comentários:

  1. posta +++++++++ eu amo mto mto mto essa web
    a Nana escreve mto mto mto bem

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  2. postaaa maissss!!!! eu amo essa web é uma das melhores,tenta postar uma ainda hoje!!!

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  3. Fico feliz em saber que estão gostando. Não esqueçam de comentar sempre viu! Acho q amanhã vcs vão ter surpresas!!! kkkk @NanaFLuAr

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  4. o nana eu não to conseguindo colar.seu blog e contra colagem

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