28/07/2012

"Esse cupido promete"

Capítulo 9 (Penúltimo)
Capítulo nove 

-Não tem problema, depois eu te levo pra casa. – Ele falou com aquele maldito e encantador sorriso que de novo eu não pude negar, ok eu sei que ia me meter em encrenca, mas fazer o que?! xP
 
-Ok, com tanto que seja rápido... – Falei enquanto
 Arthur me puxava escada acima, detalhe, já falei que era uma espécie de escada de emergência que ficava no meio do prédio!? Eu não sei qual é o real motivo pra isso, mas faze o que? Não sou eu quem mora ali e muito menos eu quem construiu. Ri de meus próprios pensamentos. 
-Ok, ok... -
 Arthur falou me colocando de frente pra uma porta e indo atrás de mim tapando meus olhos. – Simplesmente, aprecie... – foram as palavras que ele me disse antes de sentir uma leve brisa sobre meu rosto. 
-O que é isso!? – perguntei tentando tirar as mãos dele dos meus olhos e ao mesmo tempo tentando me equilibrar pra não cair, eu confesso, tava com meu all star favorito, mas eu sou estabanada e isso eu não posso negar nem um pouquinho.
 
-Calma guria, que curiosidade! – ele falou rindo. Tirou levemente as mãos dos meus olhos, correndo pelo meu rosto, braços e parando na minha cintura.
 
Arthur começou a cantar no meu ouvido, eu não sabia se prestava atenção naquela vista esplendida ou se ouvia o que ele falava... Que saber... Vou ouvir ele! [n/a: Quem em sã consciência não ouviria ele?!]
 
‘How long will I be waiting, (Quanto tempo eu irei esperar) 
To be with you again? (Para estar com você novamente?) 
Gonna tell you that I love you, (Vou falar que te amo) 
in the best way that I can. (Da melhor maneira que eu puder)’ 
Não acredito, ele tava cantando minha musica favorita, ali no meu ouvido e naquele lugar, com as mãos na minha cintura, aquele momento estava sendo mágico. Virei-me de frente pra ele. Sorri amarelo, muito sem graça, estava morrendo de vergonha, o guri que eu amo há muito tempo estava ali, se declarando pra mim.
 
Ele não fez diferente, sorriu amarelo e aproximou sua boca da minha, os dois conseguiam ouvir apenas a respiração do outro, e tinham medo de estragar aquilo. Corri minhas mãos pelos braços dele e logo em seguida coloquei minhas mãos no rosto dele. Sorri de novo. Aproximei meu rosto o mais que pude sem encostar ao dele, esperando que ele tomasse a iniciativa. Sim, eu sou muito tímida pra isso. Não deu outra, ele me deu um selinho, me fazendo fechar os olhos. Ele era tão gentil, delicado, talvez sensível...
 
                                                                                 

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